vista de drone, ferrovia seguindo até o horizonte com plantação e vegetação de ambos os lados

Com leilão previsto para 2026, a Ferrogrão volta ao centro das discussões e reacende uma agenda decisiva para o país: redesenhar o escoamento da produção e elevar o padrão logístico do agronegócio brasileiro.

 

O projeto mira o coração da produção de grãos do Brasil: o Mato Grosso.

A promessa é direta e ambiciosa: redução expressiva de custos, aumento real de eficiência. e uma nova rota que aproxima campo, porto e mundo.

Além disso, 40% a menos no frete. Muito mais capacidade.


O investimento previsto é de R$ 25 bilhões e cria um outro efeito: 

empregos, qualificação e a chance de aliviar um dos maiores gargalos do setor, a escassez de profissionais especializados.

 

Desenvolvimento regional colocado em movimento

A advogada Priscila Ziada Camargo Fernandes reforça um ponto estratégico: a ferrovia pode cortar 3,4 milhões de toneladas de CO₂. 

É um número que abre portas para títulos verdes e coloca a agenda ambiental no centro das decisões de infraestrutura.


A Ferrogrão tem potencial para reconfigurar a logística nacional.

Para o Mato Grosso, significa consolidar liderança, ganhar velocidade competitiva e ampliar presença nos mercados globalizados.

Uma mudança estrutural que começa no trilho, mas transforma toda a rota.

 

 

Disponível em: https://agromais.uol.com.br/2025/11/28/ferrograo-deve-reduzir-custos-e-ampliar-competitividade-do-agronegocio-a-partir-de-2026/

Autor: Priscila Ziada Camargo Fernandes • email: priscila.camargo@ernestoborges.com.br • Tel.: 65 3648-012367 3389-0123

Ferrogrão deve reduzir custos e ampliar competitividade do agronegócio a partir de 2026

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